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quarta-feira, 7 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Charles Dickens faz 200 anos – 3 ebooks gratuitos em português
07/02/2012
Assinala-se hoje o 200.º aniversário do nascimento de Charles Dickens, um dos maiores génios da literatura universal, que melhor do que nenhum outro retratou o conturbado século XIX em obras-primas como David Copperfield e Oliver Twist. As comemorações do duplo centenário do escritor inglês acontecem um pouco por todo o mundo, às quais se associou também a Biblioteca Nacional de Portugal, com a mostraCharles Dickens em Portugal, inaugurada hoje e que pode ser vista na Sala de Referência da BNP até ao próximo dia 10 Março.
Estranhamente, para um autor cujas obras há muito são domínio público, são raros os ebooks disponíveis gratuitamente em língua portuguesa. De qualquer forma, deixamos aqui três contos em português do Brasil, disponibilizados pela Virtual Books.
- in http://lerebooks,wordpress.com
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
RICARDO RAIMUNDO NA NOSSA ESCOLA - Dia 6 de fevereiro
No livro "Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal", do historiador Ricardo Raimundo, ficamos a conhecer aqueles que se destacaram por grandes feitos heróicos, pela obra deixada, pela riqueza da sua vivência mas que, na hora de morrer, se encontraram perante situações insólitas.
Sabia, por exemplo, que Miguel Bombarda morreu nas vésperas de cumprir com o seu papel na revolução, às mãos de antigo doente que lhe cravou várias balas no peito. Ou que Almirante Reis decidiu por termo à vida com um disparo de revólver na cabeça?
Ou que Luís de Camões, o grande poeta da língua portuguesa, não teve vida fácil. Criticado por poetas seus contemporâneos, ridicularizado pelos muitos inimigos, levou uma vida infeliz da qual a morte - na miséria e na solidão - foi uma consequência. Só após o seu desaparecimento começou a ser valorizado e a ser tido como um génio da arte de versejar.
E também que Luísa Todi - cantora lírica portuguesa de renome internacional nos séculos XVIII e XIX que deslumbrou cortes em toda a Europa - no nosso país era obrigada a obter uma licença especial do rei para poder cantar em público, nunca tendo sido muito reconhecida. Morreu no esquecimento, numa modesta casa no Bairro Alto, pobre e cega.
Para construir este livro, com chancela da Esfera dos Livros, onde o protagonista é a morte, o historiador Ricardo Raimundo pesquisou e investigou as mortes mais incríveis de figuras históricas de Portugal.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Manuela Mota Ribeiro no CE de Mouriz - 7 de DEZEMBRO
A primeira apresentação pública do "Serafim", um rinoceronte que se constipou, teve lugar no CE de Mouriz Com a presença da RTP1
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
FÉRIAS DE NATAL: TEMPO DE LEITURA
Contradição Humana
Afonso Cruz (texto e ilustração), Caminho (editora)
Se eu fosse muito pequenino
O Dinossauro
O Cuquedo
Poemas para brincalhar
O ladrão das palavras
Isto é que foi ser
Afonso Cruz (texto e ilustração), Caminho (editora)
Um álbum com as contradições em que um rapaz pensa: se a tia gosta do pássaro, porque o prende? Porque é que o vizinho fica feliz ouvindo músicas tristes? Com apenas três cores (o vermelho, o preto e o branco) se ilustra este livro cheio de movimento, detalhes e brincadeiras para conhecer.
Se eu fosse muito pequenino
António Mota (texto), Rui Castro (ilustração), Gailivro (editora)
Num mundo de fantasia e cheio de humor acontecem situações improváveis, como um rapaz tomar banho num dedal, ajudar as formigas ou ir para a escola no bolso do casaco do pai. Entra nestas páginas como se fosses muito pequenino… e vê como seria.
O Dinossauro
Manuela Bacelar (texto e ilustração), Afrontamento (editora)
Imagina-te a viver numa aldeia no cimo de uma montanha. Um dia, essa montanha ganha vida e começa a mexer-se, a aldeia toda fica sem saber o que fazer, e quando dão por eles, já os aldeões estão a fazer uma viagem... Com esta história viajas, conheces uma aldeia diferente, encontras humor, e outras surpresas. Mas como é que vais? Será que é um dinossáurio (que mais parece uma montanha…) que te leva?
O Cuquedo
Clara Cunha (texto), Paulo Galindro (ilustração), Livros Horizonte (editora)
Imagina uma debandada de animais na selva, de lá para cá e de cá para lá. Começou por ser uma manada de hipopótamos, depois juntaram-se as zebras, entretanto chegaram os elefantes, a seguir as girafas e por fim os rinocerontes. Que estariam eles a fazer? Será que não podiam ficar parados no mesmo lugar? E porquê? Segue-os e descobre...
Poemas para brincalhar
João Manuel Ribeiro (texto), Anabela Dias (ilustração), Trinta por uma linha (editora)
Poemas para ler a brincar, ou para brincalhar. Uns muito breves, outros muito palavrosos (o que é bom, pois ficas com mais palavras para brincar!); muitos falam de animais (cães, gatos, caracóis…) e outros há que se debruçam sobre coisas tão estranhas como espirrar. Os desenhos, onde um punhado de amoras se pode confundir com um rebanho de ovelhas, são muito ricos e vão ajudar-te a brincalhar para além das palavra.
O ladrão das palavras
Francisco Duarte Mangas (texto), Alain Corbel (ilustração), Caminho (editora)
Há uns anos, numa aldeia que «uma sebe de montes abraça», apareceu um ladrão de palavras. Ninguém nunca o viu, mas a verdade é que vagueava com um saco de linho (onde guardava o que roubava) e uma palhinha invisível que aproximava do silêncio para assim tirar aos habitantes da aldeia as suas melhores palavras. Os aldeões sofreram muito, pois perderam não só as palavras luminosas, como a imaginação, a coragem, a alegria e até o sol (metade da aldeia era agora assombrada por uma nuvem escura). Decidiram então unir-se, fazer muito barulho e assim afrontar o medo. Recuperaram as suas palavras perdidas, mas nunca encontraram o ladrão… Seria real?
Isto é que foi ser
Álvaro Magalhães (texto), José de Guimarães (ilustração), ASA (editora)
Esta história começa com o Miguel ainda na barriga da mãe, de onde demora a sair. Quando chegamos ao capítulo 2 já ele nasceu, o que não o deixa muito feliz, pois quer voltar para a barriga onde antes vivia, ou em alternativa ir para um sítio quente e fofo como ela (sugerem-lhe que vá até «não sei onde»). É por isso que começa uma grande busca para conseguir o que deseja, e até fala com certo poeta chamado Manuel (é que ele tem um poema sobre a sua filha Ana, que também não queria viver na terra…). Para o ajudar, o poeta aconselha-o a visitar a imaginação, e o Miguel passa a usá-la sempre que pode para visitar todos os sítios que inventa…
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
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