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segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Dia Nacional da Biblioteca Escolar

 Para assinalar o Dia Nacional da Biblioteca Escolar, o nosso Agrupamento realizou e aderiu a algumas iniciativas propostas pela  Equipa da BE.

Deste modo, a turma do 6.º I, a partir de uma DAC entre as disciplinas de Português e Inglês, ministradas pelas professoras Arminda Ferreira e Carla Cepêda, respetivamente, dramatizou o conto O Capuchinho Vermelho/ Little Red Riding Hood para as turmas do 6.ºB, 6.º F, 6.ºH e 6.ºJ . 

De seguida, a turma do 6.º J brindou-nos com um momento musical com a canção Gosto de Ler, letra da professora Paula Orlanda Silva e música de André Sardé. Tratou-se de mais uma DAC, desta vez entre Português e Educação Musical.

Nos diferentes Centros Escolares a efeméride foi comemorada com visitas à Biblioteca, pequenas palestras e desafios, nomeadamente a decoração de marcadores alusivos à data. Nos JI de Monte - Mouriz e  CE Paredes, as crianças assistiram à apresentação online  de três obras do autores Luísa Ducla Soares, Daniel Completo e Nuno Completo. Aos encarregados de educação também foi dada a oportunidade de aceder a este momento através de um link próprio, partilhado pelo Canto das  Cores.

Mais uma vez os nossos docentes aderiram entusiasticamente às propostas, envolvendo os alunos na magia dos Contos de Fadas e Contos Tradicionais de todo o Mundo.

            







quarta-feira, 8 de abril de 2020

The curious garden

Hoje deixo-vos um conto em inglês, com o patrocínio do blog "Joy of reading" que podem visitar no link abaixo:





terça-feira, 7 de abril de 2020

Um conto para refletir

Mais um dia, mais uns "miminhos". Desta vez em inglês.
Continuem bem, abraço apertadinho.




   The Red Moon by Biblioteca AVEP on Scribd

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Conto para hoje


Mais um conto, com o patrocínio do blogue Contadores de Estórias

(https://contadoresdestorias.wordpress.com/)

A criança no sótão


livro luz 3m


Vou chamar-lhe Walter, embora esse não seja o seu verdadeiro nome.
Walter era uma criança esperta que não se empenhava muito nos estudos.
Um dia, a sua vida mudou radicalmente. O pai abandonou-o e aos irmãos, deixando a mãe com três rapazes para cuidar. Como o Estado não fornecia qualquer tipo de apoio a mães trabalhadoras, a mãe de Walter trabalhava em vários lados a fim de assegurar o sustento dos filhos. À medida que as férias grandes se aproximavam, começou a preocupar-se com os perigos a que os filhos estariam sujeitos ao vaguear pelas ruas enquanto ela trabalhava.
Walter foi trabalhar numa quinta, onde deparou com um patrão severo. Frequentemente castigado, o seu local de expiação era um velho sótão. Nesse sótão, Walter encontrou vários livros velhos que o dono da quinta também lá tinha exilado: Dickens, Austen, Twain e Stevenson tornam-se companhias permanentes e desejadas. Walter fazia com que o patrão o castigasse frequentemente, de forma a poder estar com os seus livros adorados. 
Há algo de tão evocativo na imagem da criança só, incompreendida, desprezada, que vários escritores de ficção resolveram fazer dela personagens suas. Talvez a mais conhecida seja Sara Crewe, de Frances Hogdson Burnett, no livro A Princesinha. Embora muitas das realidades que Burnett descreve sejam reprováveis – a fortuna de Sara provém de minas onde gente miserável é obrigada a trabalhar em condições degradantes e Becky é salva no fim para se tornar, não numa amiga de Sara, mas na sua criada pessoal – há, contudo, uma ideia que importa reter no livro.
Quando Sara é enviada para o sótão por Miss Minchin, a diretora da escola onde ela estudava, por já não ser herdeira de uma grande fortuna, Sara tira partido da sua imaginação fértil e constrói um mundo onde imagina ser uma princesa prisioneira de uma tirana, o que a vai ajudar a lidar com as vicissitudes a que está sujeita.
 Um livro pode ajudar uma criança a autovalorizar-se e isso é o início de um processo de crescimento da alma (por isso, sou contra a ideia de personagens-modelo, nas quais a criança não se reconhece). E há tantas crianças entre nós que estão fechadas em sótãos que as aterrorizam…. Os livros podem ser e são a chave que abre essas portas fechadas. 
Regressemos agora à história de Walter. Quando voltou para a cidade, Walter não se tornou um aluno mais diligente. Contudo, levou consigo uma avidez de leitura que fez com que se candidatasse à universidade e acabasse por se licenciar em Harvard. Os mundos que a leitura abrira para ele expandiram a sua mente e o seu coração, como nada antes o havia feito. Tornou‑se um empresário bem-sucedido e um marido, pai e avô dedicados.
Os livros salvaram-lhe a vida.
Suponhamos que não havia livros no sótão para o qual Walter foi enviado. Se coloco esta hipótese é porque, hoje em dia ainda, há muitas crianças cujas vidas são difíceis, cujos espíritos estão sedentos, que estão isoladas, com medo e que não têm livros. 
Para mim, a coisa mais importante do mundo é que o verbo se torne carne. Posso escrever histórias para crianças e oferecer-lhes palavras, mas os professores são a palavra encarnada dentro da sala de aula. Ao preocuparem-se com elas e ao mostrarem-lhes essa preocupação, os professores partilham com as crianças e os jovens o que eu também quero partilhar quando escrevo. 
Quero dizer a cada criança no sótão que se sente só, triste, zangada e com medo, que não está sozinha. É um ser único e tem um valor infinito no seio da família humana que todos formamos. Posso dizer isto através de uma história, e os professores dizem-no através do seu próprio testemunho.
E dos livros que eles incentivam a ler!
Katherine Paterson
The Invisible ChildNew York, Dutton Children’s Books, 2001
(Tradução e adaptação)

segunda-feira, 28 de outubro de 2019


Porque ler é sempre possível e a leitura percorre caminhos por vezes difíceis, eis um conto que nos mostra o poder da persistência e do amor aos livros. Só porque ...sim.





sexta-feira, 14 de julho de 2017

Direito aos livros - para ler nas férias

Para ler nas férias, na praia, no parque, wherever you want...,apenas porque sim, porque tens esse direito!Com o patrocínio do Clube das Histórias (AC - ac@contadoresdehistorias.com), a quem agradecemos os belos contos com que nos brinda! Boas férias!

Direito Aos Livros e à Leitura (1) by Anonymous zYwyJ9TDNh on Scribd

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Dia do livro- Queridos Livros

Para assinalar o Dia do Livro, data que a UNESCO instituiu em 1995, homenageando Cervantes e Shakespeare, além das atividades desenvolvidas pela BE junto dos alunos, deixamos aqui um "miminho" para todos os amantes , ou como eu gosto mais  de dizer,dos "amadores" dos livros. 
Leiam sempre, mesmo que saltando páginas, mesmo que apenas algumas linhas, leiam, simplesmente!